Um poema a Praça Mata dos Araújos

Praça Mata dos Araújos

A praça da minha infância

Corri, percorri e brinquei.

Alimentei sonhos, construí pensamentos.

Guardei segredos em suas raízes

Amigos e aventuras

Ao cruzar por você até mesmo na madrugada.

Também perdi amigos ali

E vi muitas pessoas se perderem

Alguns pelas drogas e outros pelo álcool.

Mas não vou deixar de recordar a infância

O tempo nostálgico de nossas vidas

Das crianças que brincavam até anoitecer.

Até parece contos de fadas

O primeiro beijo, a primeira namorada.

Palavras de amor e a paixão juvenil.

Por um fio quase tudo foi descoberto

Quase destruíram os nossos castelos

Ao o amor que se dizia eterno.

Moderno tempo que nos consome

Traça e retraça destinos

Para a Praça Mata dos Araújos.

Um silêncio fúnebre ao ver o passado

O futuro modificado que ainda não aceitamos

Já que estou longe de você por mais de onze anos.

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