Fevereiro… Março… Os meses que se passaram e nem vi

– Pronto.
– Por favor, sente-se.
– Obrigado.

Pois bem, primeiramente gostaria de pedir desculpas pela ausência desses dias. Acredite, nunca é por própria ou má vontade em descrever algumas coisas que eu vejo. Compartilhar histórias, sejam elas reais ou fictícias sempre foi a minha maior alegria. Contudo, caso você esteja me seguindo via Twitter já deve estar ciente de todas as coisas que aconteceram nos últimos dias.

Fevereiro, este mês de festa e alegrias insanas devido as comemorações de Carnaval. E, para a infelicidade de alguns aqui não houve tempo para foliões, blocos de rua e etc., também confesso que não sou muito de folia deste tipo. Os meus dias foram cercados de muito trabalho, afinal sobreviver de livros e textos, além de ser algo inviável no momento, é um sonho distante de minha parte.

Mas vamos em frente, a essa altura espero que as minhas desculpas já tenham sido aceitas. Eu imagino que estejam guardando ódio e indiferença para me julga de alguma outra forma. O inacreditável é que o mês de Março teve o mesmo repertório e triste história, agora lembrei que eu deva ter mais textos em rascunhos aqui e talvez, possam ser utilizados tanto aqui quanto no Medium.

 – Nossa!
O Medium, como eu pude esquecer. Realmente eu estou igual a um cego limpando o rabo. Claro, desprovido de sorte e inexperiência.

Obrigado pela breve companhia.
Vou caçar rascunhos e até breve.

Fevereiro… Março… Os meses que se passaram e nem vi

Notas Avulsas {Final}

Queimo algumas folhas que estão sob a mesa. Em seguida, jogo o isqueiro na lata de lixo. Já possuo tantos livros, onde o mais hilário é saber que não serão lidos novamente. Este meu egoísmo literário morrerá comigo. Ah! Quantos pecados podem existir dentro deste peito? Merda. Não sou capaz de responder esta simples questão. Abro uma cerveja Bud. Ontem, já havia uma taça de Gin.  Quantas ostentações baratas, talvez desnecessárias. Somos pobres e meros mortais. Alugamos drogas e todos os tipos de prazeres. Katherine… Sua desgraçada e seus mais de trinta e nove personagens em um único livro. Briguei com Deus, mas ele não sabe. Enganei a minha própria pessoa. Ergui o dedo do meio para todos aqueles miseráveis hipócritas. Afinal, estes são os mais perigosos, já que em muitos casos eles costumam fingir serem amigos.

Droga! Isto aqui está parecendo uma retrospectiva de todas as “Notas Avulsas” que já deixei por aqui. Foram doze ao todo e, talvez não seja bem o final. Contudo, tirem suas próprias conclusões e caso queiram me xingar, envie um e-mail.

Agora vou… E, não somente partir. Irei alimentar egos. Ignorar insanidades. Descrever histórias e escondê-las como poeiras embaixo do tapete.

Notas Avulsas {Final}

O Blog quase morreu

Ufa! Essa passou perto e, bem perto mesmo.

Eu quase enterrei este blog. E, assim como tantos outros que já existiram antes do “1984 Palavras“. Agora, pensando nisto, recordo que não tive tantos blogs na vida. Acredito, ter tido apenas três: “East Side 59” e um projeto chamado “Queime depois de ler”. No final, ambos foram trampolins para o surgimento deste.
Pois bem, recentemente vem sendo difícil manter com certa disciplina as postagens de pequenos trechos. Sendo sincero, sempre foi difícil manter algo que por frustração ou não, nunca irá sair disto.  Contudo, há diversas questões que quase fizeram este blog morrer.

Mas não será desta fez, criei um novo desafio para mim mesmo e quero postar algo todos os dias. E daqui, desejo pegar firme no #Medium (aqui), onde terá outra vertente de textos.

Bom… Espero que estejam comigo e ficarei muito feliz com o apoio de vocês.

Até breve (:

O Blog quase morreu

Vou abrir a porta

2017…

Olhei para a folha em branco. Continuei a olhá-la por mais alguns segundos… Finalmente, consegui descrever tudo aquilo que havia guardado por tanto tempo dentro de mim. A inquestionável pergunta: Por que eu existo? Por quê?
Claro! A resposta eu não possuo. Talvez, eu nunca venha possuí-la. Mas… Agora, nada importa. Hoje estou calmo, não precisei rasgar meus rascunhos, nem bati o pé no meio fio da calçada, enquanto tentava com a ajuda da gravidade erguer o próprio corpo.

Não precisei sair correndo de encontro ao lugar de destino marcado. Resolvi hoje não pensar que todos os dias são iguais, nem fiz questão de ter que fazer o mesmo trabalho, alugar a mesma droga de rotina – Tive apenas a intuição de ir em frente.

E, isto já foi o bastante. Minha única arma, senão a última. E, foi necessário me levantar e abrir a porta sem me importar de olhar para trás.

Vou abrir a porta

13.12.2016

 

Ela se foi como a brisa gelada do vento. Partiu tão rápido que não houve tempo para questionar os motivos. Talvez, havia medo ou descrença. Talvez, havia muito amor. E, seja lá como possa ser descrito este amor, mas não foi possível sustentá-lo. Quem sabe, talvez, havia somente desejo e sexo.

O silêncio às vezes mata, não vejo tanta graça. Escrevo pela primeira vez ouvindo música, este som para alguns é depressivo, melancólico. Não escuto dessa forma, pois consigo sintonizar-me numa frequência onde as palavras se misturam com a batida. Eu escuto… – “Shortline” de RY X.

Basta fechar os olhos… Abra-os vagarosamente… Respire.

Ela possuía dentro de si, todo o desejo suicida. Ela possuía cigarros… Bebidas alcoólicas…

E, nunca pareceu-me possuir uma verdadeira paz de espírito.

 

13.12.2016

13.11.2016

Bolinha de papel… Rascunhos jogados no lixo. Minha letra cursiva já não está tão bela como antes. Em alguns momentos sinto minhas mãos ficarem tremulas, há dias que chega a ser insuportável segurar até uma simples caneta. Desistir? Não. Necessito apenas de calma, preciso aplicar a mesma disciplina que possuo para ler meus livros e continuar a escrever.

O gato cinza caminha vagarosamente pela única parede que divide os dois terrenos. Ele não tem pressa. Não briga contra o tempo. Vive apenas como deve viver sendo gato. Contudo, acredito não haver tanta diferença assim entre nossas vidas – Somos cartas de um baralho marcado e destinado ao fim.

13.11.2016

Cinco Anos de 1984 Palavras

Aplausos… Nossa! Que tamanha alegria esta a minha e sem qualquer pretensão nunca imaginei conseguir alimentar um blog por tanto tempo assim. Não é fácil dedicar tempo e criatividade sem amor por aquilo no que para alguns é apenas escrever, mas consegui. Sim! Estou muito feliz.

Descrever ou simplesmente narrar diversos fatos e expor reflexões, vem sendo um dos principais papéis do 1984 Palavras, e ainda há muito que se fazer e colocar em prática. Nestes cinco anos, tive por muitas vezes a impressão de escrever algo que somente eu iria ler em algum momento. Também já passou pela minha cabeça que este seria o único registro da minha existência na terra já que não consegui terminar e publicar meu livro – Bom, se este for o caso, tudo bem.

Muitos já me perguntaram se eu escrevo sozinho e a única resposta é: Sim; não sei se ainda haverá um colaborador, não sei se haverá futuramente uma migração “remunerada”. Então, apenas sei que já são 358 posts, 58 comentários e 36 blogs que seguem o blog nesses anos. E, a estes participantes, o meu grande e carinhoso: OBRIGADO!

Aos leitores, deixo o este meu agradecimento e por doarem um minuto ou mais do tempo de vocês para ler o que deixo por aqui. Alguns se tornaram grandes amigos ou colegas via Twitter e fico muito feliz com o poder das palavras e tecnologia em nos unir. Por fim, muito obrigado a todos que me apoiam e assim fazendo que eu não desista de concluir meu sonho.

Um enorme abraço a todos e viva ao 1984 Palavras.

Cinco Anos de 1984 Palavras