Imaginor

 

Os meus personagens vieram conversar comigo – amigos imaginários – talvez; eu lembro de ter acordado de repente no meio da madrugada, havia pegado o celular que estava próximo a minha cabeça e precisamente quase embaixo do travesseiro. O quarto estava com as luzes apagadas e com a janela semi-aberta para arejar o ambiente. O mês de junho já estava bem próximo do fim, recordo estar também muito ansioso e preocupado com o meu destino, pois haviam coisas importantes a serem resolvidas com uma certa urgência. Nisto, entre um pensamento e outro lá estavam os meus personagens vagando por minha mente, respirando o mesmo ar que eu respirava, mas num descompasso inexplicável.

Primeiro, veio Sr. O, com uma fisionomia alegre e despojada, caminhando de um lado ao outro, sem muitos rodeios. Depois, veio a Sr.ª V, com o teu belo vestido e um perfume encantador, sorriso forte, alegre que fazia os teus lábios vibrarem de tanta sensualidade – sumiram.

Numa outra ocasião, eu estava a andar pelas ruas e calçadas desta cidade acelerada, descontrolada, perdida de sentimentos. E, assim, tão rápido como num piscar de olhos, surgiu o jovem atrapalhado, chamado “XYZ”, rindo de si mesmo, curioso e tentando obter respostas para todas as suas perguntas – este rapaz era incrível – não por sua capacidade de inteligência ou espírito espontâneo, mas por saber viver entre o limite da ignorância que habita na sabedoria.

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