Correndo atrás do próprio rabo

Já passei por breves notas. E, o tempo escasso sufocado pela leitura devaneia. Rápida. Gritaremos por atenção e pediremos esmolas – “tio (a) me dá uma moeda” – Ah! Quantas coincidências. Quantas mesmo? Lá se vão meus incansáveis pensamentos. Fragmentos. Migalhas. Apenas inconsistentes palavras. O meu coração implora. Anseia. Por quase tudo ou nada. Não existe “tanto faz” neste mundo perspicaz.  Cães uivam, correm de um lado ao outro. Andarilhos. Perdidos. Semelhanças e desejos se afogam entre sonhos e delírios. O medo abre alas. Feche a caixa de Pandora. Sorria. Chore. Ande e mantenha-se a passos largos. Orgias fascinantes alimentaram nossas infelizes carnes. A terra brindara perante nossos ossos. Conte-me histórias antes de dormir e ao amanhecer deixe-me esquecer. O tempo sagaz. O medo. A incerteza. A desilusão ao ver que nem todas as palavras se tornaram em vão.

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