Indiferença

indiferença

Não escrevo por escrever

Muito menos, não caminhei por caminhar

Já andei sem destino e no final encontrei um rumo.

 

As flores secas me guiaram no outono

Entre estações climáticas, cores trágicas

Já fechei os olhos para não perder o brilho.

 

Fiquei-me atento ao relógio de corda

Admirei.

Não por admirar, mas sim por respeito ao tempo.

 

Guardei-me ao silêncio e a longevidade

Dos meus antepassados ou pelos meus versos

Talvez pela a famosa eternidade que possa existir no amor.

 

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