Dessedento

O vento levou Meu coração juvenil Amor sutil.   A terra consagrada Consagrou o covil A perdição.   Perdoai-me. Caso agora eu venha desejar O pão e água, um copo.   Dessedento Na minha solidão prodigar E depois me reencontro.   Como murais de ventos Lendas, contos e poemas urbanos Permito-me cair em consolo.   … Continue lendo Dessedento