A beleza oculta

O seu simples encanto

A leveza e sua sintonia com o vento

Joga-me ao seu puro romantismo.

 

O desprezo como te olham

A ignorância pela dispersão

Faz-me ao seu reflexo.

 

Nossos sentimentos opacos

O fardo batizado

Torna-me o louco catequizado.

 

O anônimo abençoado

Que caminha contra a multidão

Só para te admirar, sem mais.

 

A voz que não precisa soltar-se

A boca seca que á clamar

O perdão é raro neste mundão cão.

 

O insignificante também tem coração

Doçura, venustidade

É somente o que meus olhos podem ver.

 

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